Irreverência, humor, criatividade, non-sense, ousadia, experimentalismo. Mas tudo pode aparecer aqui. E as coisas sérias também. O futuro dirá se valeu a pena...ou melhor seria ter estado quietinho, preso por uma camisa de forças!
Quinta-feira, 6 de Setembro de 2007
Lá em casa manda ele...ou ela
Todos os grupos humanos precisam duma liderança.
Não há grupo consistente sem um líder, isto é, sem alguém (uma pessoa só, entenda-se) que tenha o poder maior e que tome as decisões, de forma mais consensual ou mais tirânica.
Quando não existe é a própria "multidão que segrega o líder", que o cria, que o proclama, que o elege.
Com a família, o grupo humano agregado ao casamento ou situação equivalente, também é assim.
Tem de haver um a mandar.
Só um.
Antes de começar a concretizar-se a emancipação da mulher era o homem que mandava em 70, 80 ou 90% dos casos (a estimativa é grosseira, obviamente).
Tinha o poder económico, pois era o único a ganhar dinheiro, e o poder da lei e da tradição (isto na burguesia, pois no proletariado, em que muitas vezes a mulher também trabalhava, era muito importante o poder da força - a surra).
Nos restantes 10, 20 ou 30% dos casos era a mulher quem mandava, ou de um modo claro e ostensivo, ou de uma maneira sub-reptícia, sendo esta a forma mais comum de o elemento do sexo feminino exercer o poder.
Com a progressiva emancipação da mulher tudo foi mudando...
A própria legislação acabou com o estatuto de chefe de família determinando que ambos os cônjuges tinham igual autoridade.
Isto faz-me rir porque nunca pode haver dois a mandar; tem de haver só um líder, quer seja o homem ou a mulher.
Quando ambos estão de acordo num ou noutro assunto, tudo está bem.
Mas quando não estão?
Quem decide?
Haverá alguns casos em que se chega a consenso.
Noutros não!
Mas os consensos implicam cedências, e há um que começa a sentir que cede mais do que o outro e inicia tentativas para recuperar poder.
E os choques sucedem-se, os conflitos multiplicam-se e lá fica o casamento em fanicos.
Quando não há busca de acordos ainda mais rápida é a degradação do matrimónio.
Claro que isso não acontece com todos os casamentos.
Há alguns em que uma das partes aceita o domínio da outra, quer de forma consciente ou inconsciente, sendo-lhe, neste caso, criada a ilusão de que detém o poder quando, na realidade, isso não acontece.
E se houver inteligência e vontade, a união pode funcionar...mas com um líder.
Não há solução que mantenha a coesão familiar quando ambos querem o poder.
A separação ou divórcio é a saída mais comum.
Mas, para essas situações de conflito, poderá surgir alguma forma diferente de manter a unidade conjugal?
Um método de ultrapassar os bloqueios está cada vez ganhando mais adeptos: é o de cada um viver na sua casa. Mas isto implica uma capacidade económica acima da média...
Claro que há outros factores que contribuem para a situação actual de
caducidade do matrimónio: o desgaste de muitos anos de vida em comum, o reconhecimento de que se prefere viver sozinho, a inadaptação sexual mútua e, como não podia deixar de ser, o aparecimento de um terceiro elemento, quer com um carácter mais afectivo quer mais carnal, mas sempre com a infidelidade associada.
Mas a questão do poder é a que mais tem crescido nas últimas décadas e pode estar, muitas vezes, na origem das outras causas que referi.
Claro que voltar à situação anterior, à dos nossos pais ou avós, também é
impensável.
Salvo se acontecesse a islamização do mundo; mas então as mudanças ainda seriam mais radicais...num sentido muito pouco dignificante para a mulher.
 
 
Nota: Actualmente há mais divórcios do que casamentos em Portugal.


publicado por António às 15:45
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45 comentários:
De Maria Papoila a 6 de Setembro de 2007 às 18:10
António:
O tema de hoje, a familia e as relações interpessoais na familia é para pensar e reflectir. Pode viver-se 21 anos com uma pessoa e sem interferência de terceiros descobrir que nunca houve comunicação total do que se pensava e sentia e pode comunicar-se uma vida num olhar com uma outra pessoa! Há quem seja capaz de num olhar descobrir o que pensamos por trás do que dizemos , coisa que em 21 anos de convivência não foi possível descobrir... Não vou eu fazer agora uma dissertação em comunicação...lol...
Beijo


De António a 6 de Setembro de 2007 às 18:31
Querida Papoila!
Eu não fui ambicioso nem exaustivo (até porque não sou especialista nem tão pouco estudioso do assunto) na abordagem ao tema que escolhi: as relações de poder entre os membros de um casal (ligado pelo casamento, em co-habitação ou em união de facto).
E se me referi a pares heterossexuais, poderia tê-lo feito em relação a homossexuais.
Obrigado pela tua visita e comentário

Beijinhos


De leonoreta a 6 de Setembro de 2007 às 19:39
ola antonio
desta vez abordaste um assunto polemico directamente, sem usares as entrelinhas de uma ficção.
viver junto implica necessariamente cedencias. conheço muitos casamentos onde é ele a ceder mais, principalmente quando ela se lembra de fazer birras.
antigamente ele mandava explicitamente. era o unico que trabalhava. punha e dispunha. mas hoje em dia nao e perguntamos: afinal quem manda e porque?
nao pensemos agora no perfil psicologico de cada um que o faz mais dominador ou mais dominado. pensemos que é ainda uma questao de cultura: resquicios de uma sociedade ainda patriarcal cujos principios as mulheres seguem incoscientemente.
parabens pela escolha do tema.
beijinhos


De António a 6 de Setembro de 2007 às 21:48
Querida Leonor!
De vez em quando resolvo escrever uns "artigos de opinião" (é assim que se diz, não é?).
Normalmente escolho temas em que as ideias que são as minhas não coincidem com as mais correntemente aceites.
Além disso, serve para aumentar a participação dos leitores.
Espero...
Obrigado pela tua contribuição.

Beijinhos


De tb a 7 de Setembro de 2007 às 09:10
Um tema que daria "pano para mangas" e que achei interessante ver o teu olhar.
Muita coisa interfere no convívio entre as pessoas, e estas, como a vida, alteram-se continuamente mesmo que não demos por isso.
Assim, um dia teremos relações diferentes e talvez mais justas e livres para a humanidade no seu todo.
Beijinhos grandes para ti


De António a 7 de Setembro de 2007 às 09:39
Olá, Teresa querida!
É verdade que as pessoas são mutantes!
Mas o que eu pus em questão foi o poder, a autoridade, o domínio dentro do casamento.
É ou não um factor de atrito cada vez maior conforme a mulher se autonomiza?
É ou não verdade que é impossível o poder partilhado?
Enfim...opinei sobre vários aspectos desta questão esperando concordâncias ou discordâncias.
Obrigado pelo teu contributo.

Beijinhos


De Paula Raposo a 7 de Setembro de 2007 às 10:46
Gostei de ler esta tua reflexão teórica (se é que existem reflexões práticas!) onde o teu espírito matemático está bem latente! O certo é que estou em 100% de acordo com tudo o que escreveste. Nem mais. Nem menos. Beijos da minha infatigável pessoa, que não só apaga e cria blogs como quem se veste e despe como tentou no segundo casamento salvá-lo e não conseguiu!!


De António a 7 de Setembro de 2007 às 12:46
Querida Paula!
Obrigado pela visita e pelo comentário.
É bom ter pessoas que concordem connosco pois assim não é preciso exercer o poder de forma musculada...ah ah ah.

Beijinhos


De Paula Raposo a 7 de Setembro de 2007 às 13:01
Eu ia responder-te...mas como já conheces os meus músculos, já não dá para te dar uma resposta à maneira!! Eh eh eh beijinhos.


De António a 7 de Setembro de 2007 às 13:06
Quer dizer que ainda não começaste as aulas de musculação...
...que sorte a minha!
ah ah ah


De Paula Raposo a 7 de Setembro de 2007 às 14:47
Ainda mais??!! Beijos.


De António a 7 de Setembro de 2007 às 15:20
Não vais fazer musculação?
Uff...assim fico mais sossegado!
ihihihih


De wind a 7 de Setembro de 2007 às 13:00
O que escreveste dava "pano para mangas" num comentário, António.
Pessoalmente concordo em cada um ter a sua casa.
Também acho que um casal que vive junto, deve ceder mutuamente sem haver líder, isso chama-se cooperação, um cede numa coisa, o outro noutra.
Quanto à infedilidade é mais que sabido que quando há saturação num casamento há amantes.
Agora só pergunto: Porque não deixam os Maridos ou mulheres? Para manter um casamento de fachada?, De rotina? Porque assim está bem e dá-se umas facadinhas por fora?
E fico por aqui:)
Beijos


De António a 7 de Setembro de 2007 às 13:27
Querida Isabel!
Obrigado por teres cá vindo.
A questão que eu considero que não é praticável é aquilo a que chamas cooperação.
Durante a fase de paixão ainda se vai cooperando.
O pior vem depois.
Sabes tão bem como eu que há questões em que as pessoas não estão de acordo mas nenhuma cede: e então?
É este o âmago do meu texto.
Ou cede a que não é líder, contrariada e a remoer, ou o problema fica sem ser resolvido ou mal resolvido deixando mais uma marca na relação.
Exemplo:
Um quer ir ao cinema, outro quer ficar em casa. Se não houver consenso, ou faz vencimento a opinião do líder, ou não sai nenhum ou vai um e o outro não. Mas sempre fica mais uma arranhadela na relação.

Beijinhos


De nena a 7 de Setembro de 2007 às 16:09
olá!..este texto..na,na,naaa..vou só deixar-te aqui a minha singela opinião: o tempo dos liders já era, hoje só aceito uma relação em que se respeitem ambos como individuos livres e diferentes, ( entras em minha casa e comes á minha mesa desde que não se note que entraste ou saiste, entendes? não concordo com essa do lider, agrada-me sim o respeito individual sobre as caracteristicas de cada um, que se não me fizerem mossa, tá-se bem, doutra maneira..que vão á mãe. partilha meu louco mais louco, acredito na responsabilidade igual e na diferença de cada ser como individuo, doutra maneira..tá-se tão bem divorciada que não trocava por mais nada. heheee..ggosto mto de ti.


De António a 7 de Setembro de 2007 às 19:09
Minha querida Nena!
A questão não é se tu concordas ou não com a existência de líderes.
E é assim porque eles sempre existiram, existem e existirão.
Faz parte da natureza humana.
Há sempre alguém que comanda um grupo.
Essa história dos consensos mais ou menos eternos e permanentes é que é música de embalar.
Ora observa atentamente os casais que conheces bem e verás se não há sempre um que se sobrepõe ao outro.
E muitas mais vezes do que pensas é a mulher quem comanda.
Gostes ou não, os líderes existem em TODOS os grupos humanos.
Obrigado pelo contributo.

Beijinhos


De apps a 7 de Setembro de 2007 às 23:07


Liderar, liderar, mas liderar o quê!??... Amor, amor, amor e amor, como fez e apregoou o maior e mais genial de todos os líderes... Jesus *beijo *ap

...Foi apenas um exemplo de liderança!


De António a 8 de Setembro de 2007 às 00:01
Olá!
Seria Jesus quem liderava ou era a Madalena?
As mulheres mandam muito mais do que se pode imaginar: se calhar, com as suas técnicas muito próprias, dominam em mais de 50% dos casos deixando, no entanto, a impressão de que eles é que mandam.

Beijinhos


De Caiê a 8 de Setembro de 2007 às 00:19
Portanto, se bem percebi sugeres que o casamento é, sobretudo, um equilíbrio de forças?
Não percebo nada disso! Sou casada há cinco anos mas considero-me ainda verde na matéria! De resto, não sirvo de exemplo, até porque passamos a maior parte do tempo em locais (não raro países) diferentes. Para nós, é uma receita excelente.


De António a 8 de Setembro de 2007 às 09:22
Olá, C.!
Não!
A ideia não é essa.
É a de que em qualquer grupo social (casamento ou equivalente; ou a família, se quiseres) há sempre um líder.
E a estabilidade assente em equilíbrios de forças, ao fim de mais ou menos tempo, ou segrega um líder ou se desmorona por se desfazer o equilíbrio.
O teu caso não é um padrão comum.
Não contas para isto...ah ah ah.

Beijinhos


De KI a 9 de Setembro de 2007 às 14:57
Há sempre um que manda e um ( no casamento, noutros casos mais que um) que pensa que manda porque o deixam pensar assim e é tudo muito mais inteligente, Aliás as mulheres dantes mandavam verdadeiramente, tinham tempo para isso, planeavam milimetricamente como atingir os objectivos a que se propunham, curiosamente agora e depois da proclamação ostensiva do Femenismo e igualdade de poderes, as mulheres cada vez mais mandam cada vez menos... ahahah irónico n é? É que qualquer estratega tem de ter tempo para planear, apurar consequências e refrear impulsos em nome e uma frieza e clareza mental que lhe permitirá o alcançar do seus (s) propósito (s). isto penso eu de que... porque quem sabe, serão as mulheres mais felizes agora ? Mas dantes quando os casamentos duravam, as relações consolidavam-se em flexibilidades e carinhos , dantes quando as pessoas não viam tudo como descartável e fugaz e lutavam paulatinamente pelo que queriam sem ter de imediato um prazer satisfeito, que de tão repentino em conseguir-lo nada satisfaz. Mas agora é fantástico, todos nós perdemos a vida a ganhar o que queremos e quando o temos já não o desejamos, sendo assim devemos andar num estado de sonambulismo tal que até sorrimos dopados.

Líderes? Talvez o materialismo, a publicidade, o facilitismo, a massificação do colectivo.

Epah... estendi-me...

Beijos.


De António a 9 de Setembro de 2007 às 18:40
Olá, Ki!
Gostei do teu comentário.
Curiosamente, já ouvi várias mulheres a dizerem o que tu escreveste, em conteúdo.
Também curiosamente foi a mulheres já idosas e jovens com menos de 30 ou 35 anos que ouvi essas ideias.
Ainda curiosamente, foram sobretudo jovens inteligentes quem as proferiram.
Mas não concordo contigo quando referes que há mais de um líder nos outros grupos sociais: de facto há sempre um. Pode é não ser aquele que parece.
Parecia que Luís XIV mandava mas era Richelieu...
Manda sempre!
ah ah ah

Beijinhos


De KI a 9 de Setembro de 2007 às 22:09
Expressei-me mal há sempre quem pensa que manda sem mandar, num casamento um deles noutros gurpos vários pensam assim porque são mais que dois :) A ideia de cada um ter a sua casa n me parece mal mas ainda mais difícil seria serem fiéis, se bem que ser fiel uma vida inteira mesmo a nós próprios é complicado e talvez sobre-humano.

Beijinhos.

P.S. - Mando! Mando!


De António a 9 de Setembro de 2007 às 22:33
Obrigado pela rectificação.
Não sei o que será o futuro!
Mas, se não houver (ou enquanto não houver) mudanças de rumo significativas, a tendência está em ser cada vez maior o individualismo e portanto a fidelidade será uma palavra cada vez mais vã.
Mas, como sabes, pode ser que os valores daqui a 20, 30 ou 70 anos sejam muito mais próximos do que eram na Idade Média ou no Renascimento ou ainda no sec. XVIII e então...
Continua a mandar!

Beijinhos


De sophiamar a 9 de Setembro de 2007 às 21:19
António, Amigo Querido!
Com que então ahas que estou com o speed todo no fabrico de posts! A verdadeira mulher do sul é de genica! Obrigada pela informação de que S. Mamede é vila. Pensava que já fosse cidade.
Quanto ao teu post, achei uma reflexão muito engraçada. Baseada no que constatamos, muito bem feita e , por isso mesmo, muito interessante.
Actualmente há mais divórcios do que casamentos? Será porque no seio do grupo família predominam os casos em que ambos, marido e mulher, disputam a liderança? Será porque a intolerância é rainha e senhora e não pactua com consensos? O certo, o certo é que cada vez é maior o número de casamentos que ao fim de pouco tempo acaba por desfazer-se.Lamentável! Todos nós sabemos que os muitos anos de vida em comum desgastam a relação mas cabe ao casal encontrar as soluções mais equilibradas para continuar a caminhada até ao fim. Viver em casas separadas talvez seja uma alternativa para evitar o desmoronamento total da vida do casal mas não me parece que seja a melhor solução. Além de cara não apresenta a solidez do casamento tradicional.
Voltarei, amigo nortenho.Já sabes que gosto de comentar várias vezes!Ahahahahah

Beijinhos


De António a 9 de Setembro de 2007 às 22:43
Olá, querida Isabel!
O concelho de Matosinhos tem uma cidade, Matosinhos, e três vilas: Leça da Palmeira, Senhora da Hora e S. Mamede de Infesta.
Em relação à tua apreciação do meu texto, pessoalmente não sou defensor da habitação separada, mas constato que está a ficar na moda. Mas penso que nunca irá muito longe.
As causas do fracasso que é hoje a instituição Matrimónio são várias: eu referi algumas e entendi dar um destaque especial à questão da disputa do poder por me parecer que é das que mais tem crescido, sobretudo depois de a mulher se ter emancipado.
Mas de uma coisa tenho a certeza pois é um princípio sociológico incontestado: tem de haver um só líder em qualquer grupo humano.

Beijinhos


De sophiamar a 9 de Setembro de 2007 às 23:36
Obrigada, António! A tua ajuda foi preciosa. Vou emendar já a incorrecção que cometi no post onde faço essa referência.
Concordo contigo quanto à questão do líder. Um dos elementos do casal tem de assumir essas funções e proteger todos os outros elementos da família. Afinal, sentir um braço firme ao nosso lado apazigua-nos sempre.
Muitos beijinhos, amigo nortenho.


De António a 10 de Setembro de 2007 às 00:19
Mas não te esqueças que a liderança é muitas mais vezes desempenhada pela mulher do que se pode pensar.
Tem é de, na maioria das vezes, deixar o homem pensar que ele é quem manda...ah ah ah

Beijinhos


De sophiamar a 11 de Setembro de 2007 às 18:54
Agora é que tocaste no cerne da questão. Cá em casa mando eu mas ele pensa que tem o poder nas mãos. Jeitinho feminino! Tu sabes como é! Aí passa-se o mesmo, não é miguito?
Quanto ao post do Bernardo Passos já o tinha postado sim. Tu não só tens memória de elefante como lês tudo com muita atenção! Tão bom ter um amigo assim!
Afinal já descobriste o meu segredo para conseguir postar com esta velocidade toda. Tudo vai abrandar na próxima semana.
Entretanto continua a pensar que lá em casa mandas tu. Ihihihihi Ahahahah
Beijinhos


De António a 11 de Setembro de 2007 às 21:50
Aqui resolvem-se os assuntos à porrada!
ah ah ah
Pois...afinal tenho mesmo memória de elefante.
E o segredo é a passagem de posts do velho para o novo.
Muito bem!

Beijinhos


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